Polícia

Mãe e filho morreram eletrocutados em piscina de pousada em Maragogi

Causa das mortes foi confirma da pelo IML; Instituto de Criminalística fará exames complementares no estabelecimento onde as vítimas estavam hospedadas

Por Aarão José / Ascom Polícia Científica 06/01/2026 10h02 - Atualizado em 06/01/2026 10h19
Mãe e filho morreram eletrocutados em piscina de pousada em Maragogi
Conjunto de provas técnicas do IML e do Instituto de Criminalística será consolidado em laudos - Foto: Polícia Científica

O Instituto de Medicina Legal (IML) Estácio de Lima, em Maceió, confirmou, nesta terça-feira (6), que a causa das mortes de uma mãe e seu filho em uma pousada em Maragogi foi eletroplessão (exposição acidental a descarga elétrica). O laudo descarta a hipótese inicial de afogamento e muda os rumos da investigação.

Os exames cadavéricos em Luciana Klein Helfstein, 39, e Arthur Klein Helfstein Alves, 11, identificaram sinais claros da passagem de corrente elétrica pelos corpos. As vítimas eram de São Paulo e os corpos já foram liberados para o sepultamento.

O resultado do IML corrobora a tese do perito criminal José Veras que realizou os primeiros levantamentos no local da ocorrência, no último domingo (4). Na ocasião, as vítimas foram encontradas desacordadas na piscina e levadas à UPA da região, onde as mortes foram constatadas.

Dando continuidade à investigação técnica, o perito Veras retornará à pousada na manhã de hoje acompanhado de Diozênio Monteiro, perito especialista em engenharia elétrica, para exames complementares na estrutura do local.

A Polícia Científica também analisará imagens do sistema de videomonitoramento da piscina. O conjunto de provas técnicas do IML e do Instituto de Criminalística será consolidado em laudos e encaminhado à Polícia Civil, que conduz o inquérito para esclarecer as responsabilidades do incidente.